Técnicas para sair de casa com segurança

O momento de abrir o portão da garagem ou a porta da casa é aproveitado por muitos ladrões para invadir o local ou iniciar um assalto. Sabendo disso, João Palhuca, vice-presidente do Sesvesp (Sindicato das Empresas de Segurança Privada), dá algumas dicas de como sair de casa com segurança:

Conheça bem a região onde você está
“Hoje, a violência é gratuita e o indivíduo precisa estar com a atenção redobrada, além de ficar atento aos seus objetos pessoais. Observar o lugar em que está é importante para saber se é seguro”.

O ato de entrar ou sair de casa deve ser rápido
“Se for o caso, pegue a chave de casa antes e entre em casa logo. Deixa a luz acessa se for voltar muito tarde e evite usar o celular quando estiver perto, já que isso é um prato cheio pra bandido atacar”, adverte o especialista.

Em caso de perseguição, procure um local mais movimentado
“A pessoa deve procurar um local mais movimentado e, se estiver muito evidente, ligar para a polícia. O mais importante é não confrontar”, indicou Palhuca. “A ideia não é deixar ninguém paranoico, mas sim mais atento para que evite possíveis surpresas nesses momentos”, concluiu o vice-presidente do Sesvesp.

Parceria entre vizinhos
O contato com os vizinhos é essencial neste tipo de caso. Palhuca explica que essa “parceria” entre os moradores de um prédio ou de uma rua pode ser benéfica. “Combine palavras-código para indicar que ocorreu algum problema”, disse.

Em casos mais específicos para moradores de prédio, se um porteiro estiver sendo vitimado, ele pode ter algum código em comum com os moradores para informar do ocorrido.

A recomendação de Palhuca é para que a segurança dos prédios ou condomínios seja feita por profissionais treinados, que tenham formação.

Apartamento ou casa
Muitas pessoas optam morar em apartamentos do que em casas por causa da segurança. Sobre o assunto, Palhuca disse que os apartamentos ou condomínios fechados “têm mais medidas de seguranças coletivas, que proporcionam um grau de segurança maior. Já nas casas, o morador não tem tantos aparatos para se proteger”.

Mas, segundo o especialista, isso não é uma regra. “Depende da rua, do bairro, do fluxo de pessoas, como é a movimentação do local entre outros aspectos. Então, não dá pra afirmar com toda a certeza que os apartamentos são sempre mais seguros”.

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